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Os senhores ateus evolucionistas devem ter cortado os pulsos quando leram o título deste post. Sim, eu acredito crucialmente no relato bíblico diluviano. Cá vão algumas evidências:
1) Fracasso da Coluna Geológica. Em vez de apresentar sempre as mesmas camadas de rochas com o mesmo tipo de fóssil em cada camada sucessiva, frequentemente há grandes divergências na coluna geológica. Em milhares de quilómetros quadrados, os fósseis dos organismos supostamente mais primitivos ficam exactamente ao contrário do que deviam ser, em cima dos fósseis supostamente mais recentes! Isto não encaixa minimamente com a religião evolucionista.
E se tivesse sido o dilúvio?
2) Árvores e Fósseis Polistratas. Árvores inteiras que foram arrancadas pelas raízes e enterradas em rochas sedimentares ainda na posição vertical! Esqueletos petrificados de dinossauros em Utah dos Estados Unidos, que foram enterrados inteiros com a cabeça para baixo e a cauda para cima, atravessando vários milhares de camadas de sedimentos.
E se tivesse sido o dilúvio?
3) Fósseis de Animais Marinhos na montanha mais alta do mundo, o Monte Evereste.
E se tivesse sido o dilúvio?
4) Cemitérios de Fósseis. Os mesmos não se formam sob condições normais. Para isso, é necessário que um organismo seja enterrado rapidamente em lama sob pressão de muito peso de outras camadas em cima. Por todo o mundo, há cemitérios de fósseis com a grossura média de mais de um quilómetro e meio, com biliões de fósseis!
E se tivesse sido o dilúvio?
Devo dizer que é um mito, quando se diz que a geologia apoia factualmente o evolucionismo. Mentira! Pelo contrário, a geologia tem vindo a possibilitar a comprovação científica de alguns factos bíblicos.
Se descartares o teu pensamento evolucionista, podes vir a perceber que há algo mais para além de ir às compras e meter a máquina a lavar, há um Deus que te criou e tem um plano para ti, basta tu aceitares o que ele tem para a tua vida.
PS : Prometo que nunca mais digo a frase irritante: “E se tivesse sido o dilúvio?” Olha, disse outra vez.
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Equacionando o Evolucionismo como uma falsa ciência, sendo apenas um acto de fé, é possível constatar que, em diversos pontos, a Ciência tem vindo a demonstrar veracidade de afirmações bíblicas.
Vejamos…
1) A Vida reside no sangue.
“Porque a vida da carne está no sangue. (…)” Levítico 17:11
Apenas nos séculos XVI e XVII é que Miguel Servet e Harvey descobriram a circulação do sangue e a importância dessa mesma circulação para a vida “material”.
2) Deus criou o Homem a partir do pó da Terra.
“Formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou nas suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” Génesis 2:7
Há pouquíssimo tempo, a Ciência conclui que o corpo humano possui os mesmo átomos que a matéria inerte: Carbono, hidrogénio, oxigénio, azoto, fósforo e enxofre, assim como iões metálicos de sódio, potássio, cálcio e magnésio.
3) A Terra está suspensa no vazio.
“O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada.” Jó 26:7
Não preciso de gastar o meu latim a explicar esta…
As evidências continuam brevemente…
“O temor do Senhor é o princípio da Ciência.” Provérbios 1:7
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A população total do planeta foi estimada em 400 milhões de habitantes em 1650. Em 1800 foi aproximadamente uns 850 milhões. Em 1986 foi mais de 4 bilhões de habitantes. Com estes números, pode ser notado que a população total do planeta vai-se duplicando a cada 100 anos. Há mais estimativas populacionais, usei as mais “recentes”. Obviamente, este número não é exacto, mas tomêmo-lo como base.
Se for considerada a hipótese que Noé e a sua família saíram da arca uns 4500 atrás, e com a população que tem hoje, chega-se ao dobro da população, em média, em 145 anos, dentro do razoável.
Agora, relativamente à hipótese dos que acreditam que a Terra é muito mais antiga…
Se aceitarmos a idade que eles dão para o ser humano (idade essa constantemente a ser mudada), seria necessário que a população na Terra só tivesse dobrado a cada 16.000 anos. Absurdo.
Portanto, de acordo com a hipótese evolucionista, devem ter morrido centenas de biliões de pessoas na Terra!
Pena não haver evidências de nada disto!
1º dia – Existência de Água e Luz;
2º dia – Separação entre as águas do Céu e da Terra;
3º dia – Aparecimento de porção seca, Criação de todo o tipo de flora;
4º dia – Criação de todos os outros corpos celestes, incluindo o Sol e a Lua;
5º dia – Criação dos animais marítimos e das aves;
6º dia – Criação dos animais terrestres, e Criação do Homem.
Pensemos… Era possível algum destes elementos estar trocado na sua ordem? Se o Homem fosse criado antes das plantas, Ele não teria oxigénio, nem condições de sobrevivência. E por si mesmo, como a flora necessita do Sol para realizar a fotossíntese, esse mesmo corpo celeste foi criado antes do Homem.
Pergunto: Como é possível, há cerca de 3500 atrás, Moisés já saber que precisava das plantas para respirar, e como era possível ele também saber que os seres vivos vieram da Terra e da Água? Somente o relato íntegro de Deus, para ele escrever o Génesis tal como ele é.
Noto aqui, uma ordem muito pormenorizada, e uma certa lógica existencial. Contudo, acredito que Deus não teria tido a obrigação de realizar a Criação por esta ordem lógica, porque este mesmo Deus tem poder para todas as coisas, não necessitava de seguir o Natural Processo Vital, porque foi Ele mesmo que delineou esse Processo!
Para alguns é Loucura, para outros é um Conto de Fadas… Para mim é a Verdade !
Acreditas na Evolução? Eu acredito na Criação de Deus.
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No ano de 350 a.C., Aristóteles, conceituado filósofo, lança em teoria, a possibilidade da Terra ser redonda. No meio de alguma incapacidade post cosmos, essa teoria foi aceite pelos intelectuais da época, apesar de todos os senãos.
Em 1519, o nosso corajoso e virtuoso Fernão de Magalhães idealiza, dentro da sua área e arte, mostrar provas lógico-científicas para desvendar o mito do formato verídico do nosso Planeta, que antes dessa data era apenas um conjunto alegórico de mitos incongruentes, havendo sido criados ao longo dos tempos.
Muito simplesmente, este conceituado português, limitou-se a navegar sempre na mesma direcção, até chegar ao local de partida, neste caso, a costa lusitana. Enquanto Aristóteles usava palavras caras para fomentar a crença daquilo que ele defendia, o “humilde” português usou a sua coragem.
Pois bem, foram ambos uns génios, mas…
… Por volta do ano de 700 a.C., Isaías – profecta, e um dos autores da Bíblia – afirma concreta e subitamente, sem “provavelmentes”, que a Terra tem forma arredondada.
A Bíblia não é um livro ciêntífico, se assim o fosse teria erros; mas no que toca à Ciência, não falha em condição alguma.
“Ele é o que está assentado sobre o globo da terra…” Isaías 40:22,
“Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia.” (I Cor 3 : 19).
O grupo de cientistas adeptos do cristianismo cresce cada vez mais, ganhando assim destaques em livros, revistas e jornais. Descobertas recentes têm comprovado a veracidade do texto bíblico.
No final de 2000, foram encontrados casas e utensílios enterrados no Mar Morto, que datam a época bíblica do Dilúvio. Segundo especialistas, esta descoberta passa um visto de aprovação acerca deste acontecimento relatado na Bíblia.
Quase neste mesmo período, uma pesquisa realizada por cientistas de vários países, revelou que judeus, sírios e libaneses têm um forte parentesco genético entre si. Este estudo comprovou que estes povos possuem um ancestral comum. A Bíblia diz que de Abrão descendem os judeus e os árabes.
A criação do Universo a partir de um acaso já está a ser fortemente abalada. Ao verem a teoria do Big Bang à luz das duas leis da termodinâmica, muitos cientistas chegam à conclusão que é obrigatório acreditar num início provocado para o Universo. Preocupados com as consequências, físicos ateus já estão a propor novas teorias para a origem do Universo (há que marcar a ignorância, senão isto não teria piada).
A teoria da Evolução de Charles Darwin, soberana nos manuais das escolas, afirma que o ser humano veio do macaco. No entanto, essa teoria nunca foi provada. Como reconhecimento disso, nos Estados Unidos, algumas escolas já tiraram dos seus currículos o ensino darwinista. A justificação é simples: a evolução das espécies jamais foi provada cientificamente. Noutras escolas, o evolucionismo é ensinado juntamente com o criacionismo, como uma das alternativas para explicar a origem do Universo.
Apesar do marketing dos media, que usa desenhos animados, livros, filmes e programas considerados sérios para divulgar o evolucionismo, essa teoria já não está a ser tão aceite como dantes. São absurdas as falhas e as incoerências do evolucionismo. São vários os ramos da Ciência que desmentem Darwin.
No dia 10 de Julho de 2002, supostamente foi descoberto um fóssil de 7 milhões de anos no Chade, na África, que daria uma perspectiva bem mais coerente em relação à teoria do evolucionismo. Um ano depois, o fóssil foi identificado como um crânio de um simples macaco.
Enfim… Os escândalos sobre falsificações foram uma constante na história do evolucionismo.
Afinal, o que leva as pessoas a insistirem numa teoria insustentável? Qual a intenção? Aceita-se o evolucionismo para não se aceitar a Deus?
“Não há sabedoria, nem inteligência contra o SENHOR.” Provérbios 21:30
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A questão de quais livros pertencem à Bíblia é chamada de questão canônica. A palavra cânon significa régua, vara de medir, regra, e, em relação à Bíblia, refere-se à coleção de livros que passaram pelo teste de autenticidade e autoridade. Significa ainda que esses livros são a nossa regra de fé e vida.
• Os Testes de Canonicidade
Em primeiro lugar é importante lembrarmos que certos livros já eram canônicos antes de qualquer teste lhes ser aplicados. Isto é como dizer que alguns alunos são inteligentes antes mesmo de se aplicar neles qualquer prova? Os testes apenas provam aquilo que já existe.
Os diversos concílios eclesiásticos reconheceram certos livros como sendo a Palavra de Deus e, com o passar do tempo, aqueles assim reconhecidos e profundamente analisados quanto a sua coerência e autenticidade, foram colecionados para formar o que hoje chamamos Bíblia.
E que testes foram aplicados o longo dos séculos?
(1) Havia o teste da autoridade do escritor. Em relação ao Antigo Testamento, isto significava a autoridade do legislador, ou do profeta, ou do líder em Israel. No caso do Novo Testamento, o livro deveria ter sido escrito ou influenciado por um apóstolo para ser reconhecido. Em outras palavras, deveria ter a assinatura ou a aprovação de um apóstolo. Pedro, por exemplo, apoiou a Marcos, e Paulo a Lucas.
(2) Os próprios livros deveriam dar alguma prova intrínseca do seu carácter peculiar, inspirado e autorizado por Deus. O seu conteúdo deveria demonstrar ao leitor como algo diferente de qualquer outro livro, por comunicar a revelação de Deus.
(3) O veredicto das igrejas quanto à natureza canónica dos livros era importante. Na verdade, houve uma surpreendente unanimidade entre as primeiras igrejas quanto aos livros que mereciam lugar entre os inspirados. Embora seja fato que alguns livros bíblicos tenham sido recusados ou questionados por uma minoria, nenhum livro da Bíblia, cuja autenticidade tenha sido questionada por um grande número de igrejas, veio a ser aceito posteriormente como parte do cânon.
O cânon da Escritura estava a formar-se, é claro, à medida que cada livro era escrito, e completou-se quando o último livro foi terminado. Quando falamos da “formação” do cânon estamos realmente a falar do reconhecimento dos livros canônicos. Esse processo levou algum tempo. Alguns estudiosos afirmam que todos os livros do Antigo Testamento já haviam sido colecionados e reconhecidos por Esdras, no quinto século a.C. As referências nos escritos do historiador Flávio Josefo (95 A.D.) indicam a extensão do cânon do Antigo Testamento como sendo os 39 livros que conhecemos e aceitamos hoje.
Quando Jesus acusou os escribas de serem culpados da morte de todos os profetas que Deus enviara a Israel, desde Abel até Zacarias (Luc.11:51), Ele, desta forma, delimitou o que considerava ser a extensão dos livros canônicos. O relato da morte de Abel está no primeiro livro, Gênesis; o da morte de Zacarias em II Crônicas, que é o último livro da disposição da Bíblia hebraica. Assim sendo, é como se Jesus tivesse dito: “A culpa de vocês está registrada em toda a Bíblia, de Gênesis a Malaquias”. É interessante que Jesus nunca fez referência a nenhum dos livros chamados apócrifos, que já existiam no seu tempo, uma vez que os fatos neles relatados ocorreram no período intertestamentário, quase 200 anos antes de Seu nascimento.
Os primeiros concílios eclesiásticos a reconhecerem todos os 27 livros do Novo Testamento foi o de Hipona e o de Cartago, em 397 d.C. Alguns livros do Novo Testamento, individualmente, já haviam sido reconhecidos como canônicos muito antes disso (II Ped. 3:16; I Tim. 5:18), e a maioria deles foi aceita como canônicos no século posterior ao dos apóstolos, embora alguns como Hebreus, Tiago, II Pedro, II e III João e Judas tivessem sido debatidos durante algum tempo. A seleção do cânon sagrado foi um processo que continuou até que cada livro provasse o seu valor, passando pelos testes de canonicidade.
Os 12 livros chamados apócrifos do Antigo Testamento jamais foram aceitos pelos judeus ou por Jesus. Eles eram respeitados, mas não foram considerados como Escritura Sagrada. Eles chegaram a ser incluídos na tradução grega chamada Septuaginta, produzida cerca de 300 anos antes de Cristo. Jerônimo (420-340 a.C.) fez uma distinção entre esses livros e os canônicos, chamando-os de eclesiásticos, e essa distinção acabou por conceder-lhes uma canonicidade secundária. Os Reformadores também os rejeitaram. Em algumas versões protestantes dos séculos XVI e XVII, os apócrifos foram colocados à parte.
Os manuscritos originais do Antigo Testamento e suas primeiras cópias foram escritos em pergaminho ou papiro, desde o tempo de Moisés (1450 a.C.) e até o tempo de Malaquias (425 a.C.). Até a sensacional descoberta dos Rolos do Mar Morto, em 1947, não possuíamos cópias do Antigo Testamento anteriores a 895 d.C. A razão disto acontecer era a veneração quase supersticiosa que os judeus tinham pelo texto, e que os levava a enterrar as cópias, à medida que ficavam gastas demais para uso regular.
Na verdade os Massoretas, ou tradicionalistas, que acrescentaram os acentos e transcreveram a vocalização das palavras hebraicas, aproximadamente entre 500 e 1500 d.C., padronizando em geral o texto do Antigo Testamento, engendraram maneiras sutis de preservar a exatidão das cópias que faziam. Verificavam cada página cuidadosamente, contando a letra média de cada página, livro e divisão. Devemos muito a estes religiosos detalhistas, em relação à veracidade do que hoje conhecemos. Alguém disse que qualquer coisa numerável era numerada por eles.
Quando os Manuscritos do Mar Morto foram descobertos, trouxeram à luz um texto hebraico datado do segundo século a.C., com todos os livros do Antigo Testamento, menos o de Ester. Essa descoberta foi extremamente importante, pois forneceu um instrumento muito mais antigo para verificarmos a exatidão do Texto Massorético, que se mostrou extremamente exato.
Outros instrumentos antigos de verificação do texto hebraico incluem a Septuaginta, os targuns aramaicos (paráfrases, comentários e citações do Antigo Testamento), referência em obras de autores cristãos da antiguidade, a tradução latina de Jerônimo (a Vulgata, 404 d.C.), feita diretamente do texto hebraico corrente em sua época. Todas essas fontes nos oferecem dados que asseguram um texto extremamente exato do Antigo Testamento.
Em relação ao Novo Testamento, mais de 5.000 manuscritos dele existem ainda hoje, o que o torna o mais bem documentado dos escritos antigos. Além de existirem muitas cópias do Novo Testamento, muitas delas pertencem a uma data bem próxima à dos originais. Há aproximadamente 75 fragmentos de papiro datados desde 135 d.C., até o oitavo século, possuindo partes de 25 dos 27 livros do Novo Testamento, num total de 40% do texto total.
As muitas centenas de cópias feitas em pergaminho incluem o grande Códice Sinaítico (quarto século), o Códice Vaticano (também do quarto século) e Códice Alexandrino (quinto século). Além disso, há cerca de 2.000 lecionários (livretos de uso litúrgico que contêm porções das Escrituras), mais de 86.000 citações do Novo Testamento nos escritos dos chamados Pais da Igreja, antigas traduções como a latina ou Ítala, a siríaca e a egípcia, datadas do terceiro século, e a versão latina de Jerônimo. Todos esses dados, mais o trabalho feito pelos estudiosos da paleografia, arqueologia e crítica textual, nos asseguram possuirmos um texto exato e fidedigno do Novo Testamento.
No entanto, o que realmente nos dá a certeza de que a Bíblia contêm o pensamento inspirado por Deus a homens escolhidos para esse fim, é o poder que suas verdades possuem. É impossível ler a Bíblia com sinceridade e oração sem ser tocado pela força de suas palavras. A maneira miraculosa como essas verdades atravessaram os séculos e chegaram até nós, transformando vidas, modificando costumes, abrandando corações, trazendo conforto, felicidade e paz de espírito a quem as lê, nos dão a certeza de que Deus nos fala através das suas páginas.
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A Motorola está a desenvolver um chip que será implantado interiormente em cada indivíduo. Esse chip irá fazer com que haja mais organização entre toda a população, porque nele constará TODA a nossa identificação, assim como dados bancários e afins. Ou seja, constam que num futuro próximo, o sujeito que não possuir o dito implante, estará impossibilitado de efectuar qualquer tipo de compra/venda, porque nele constará tudo o que temos hoje na carteira.
E agora perguntas: O que é que eu tenho a ver com isso?
Pois bem… Após alargados estudos para encontrar os melhores sítios para a colocação do chip no corpo humano, deduziram que os únicos sítios eficientes seriam a testa e/ou a mão direita.
“E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua MÃO DIREITA, ou nas suas TESTAS. Para que ninguém possa COMPRAR OU VENDER, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”
Apocalipse 13 : 16-18
Não tentes contra-argumentar um facto tão concreto com teorias incertas e confusas. Se não queres ser alvo de tal profecia, rende-te às evidências.
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Com tanta oferta de religiões e “livros sagrados”, faz com que haja uma elevada fomentação de tradição relativamente aos costumes humanos. Ou seja, às vezes por haver tantas religiões, questionamo-nos sempre qual delas será a certa.
O que faz com que as pessoas vejam o Livro dos livros de uma forma banal e de costumes. Não sou religioso, nem tão pouco católico. Apenas acredito em Deus e na sua Palavra.
Não, não é um livro como os outros. Se assim o fosse, como explicariam estas coisas estarem escritas há milhares de anos?
1) “E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas.” Lucas 21:25
Nestes últimos anos, quantos “fenómenos” marítimos têm acontecido? É verdade que sempre existiram, mas não tão intensamente.
2) “E de todos sereis odiados por causa do meu nome.” Lucas 21:17
Não é por acaso que os cristãos são tão perseguidos e odiados (não em Portugal, felizmente).
3) “E haverá em vários lugares grandes terramotos, fomes e pestes.” Lucas 21:11
Ao contrário que todos pensam, os terramotos nem sempre foram tão comuns de acontecer como são agora. Quanto à fome, não há registos históricos com maior miséria dos países subdesenvolvidos, não só a nível monetário, como a nível de recursos primários à sobrevivência. As pestes sempre existiram, mas podemos afirmar que hoje em dia não existe só a lepra, como existia há milhares de anos atrás quando isto foi escrito. Actualmente, é “raro” haver algum indivíduo que não tenha nenhum problema de saúde, nem que seja uma simples dor de costas.
4) “Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação.” Lucas 21:20
“Quanto a estas coisas que vedes, dias virão em que não se deixará pedra sobre pedra, que não seja derrubada.” Lucas 21:6
Em 70 d.C. Tito, filho do imperador romano Vespasiano, destrói Jerusalém como forma de esmagar uma revolta iniciada em 66 d.C.. O Templo foi destruído por um incêndio e dele só ficou a muralha ocidental em seu redor, que ficou conhecida como “Muro das Lamentações”.
(…)
Estas são algumas “provas” que a Bíblia não é um livro qualquer.
Coincidências? Acho que não.
Contra-argumentação? Também acho que não…